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terça-feira, outubro 21, 2003

É curioso que A Voz e McGuffin venham falar de hip-hop numa altura em que me apetecia fazer o mesmo.
No domingo à noite, no carro, a minha mana mais nova decidiu ligar o rádio e sintonizar a rádio cidade, onde, para meu desgosto, passam as modas da sua preferência. Apercebi-me com mais clareza de que, para além da misoginia, outra das características do hip-hop, nas vozes femininas é a ninfomania.
Se atentarmos para os costumes da comunidade africana em Portugal, verificamos que, se é certo que o homem tem sempre tendência para se considerar «o sexo forte», por seu lado, a mulher, tem a tendência para se considerar «ser irresistível e objecto de incontrolável desejo sexual».

Para além do sexismo pseudo-africano suburbano (sim, porque, caso não saibam, os MCs. os DJs e os restantes meninos e meninas bonitas do hip-hop não fazem a minima ideia do que é África), o hip-hop caracteriza-se por um racismo tolerante. Traduzindo: os pretos deixam os brancos cantarem com eles, mas não consideram hip-hop bandas lendárias como os Beastie Boys, pura e simplesmente porque eram brancos. Desculpam-se com o argumento de que eles apenas misturaram o rock com o rap e mai-nada. No entanto, parece-me que o restante hip-hop não vai muito além disso - umas rapalhadas misturadas com uns riffs de R&B (que quer dizer Rabos & Bundas). Alguém consegue perceber a diferença?






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